Todo mundo já deve ter ouvido falar daquela lei que " Não adianta você pegar a menor fila, ela sempre vai andar mais devagar do que a fila ao lado"...Claro que isso sempre funciona, mas comigo isso é SEMPRE MESMO! E das mais variadas formas!
O melhor é que comigo não só a fila anda mais devagar, as vezes ela até anda mais rápido, mas na minha vez, SEMPRE na minha vez, acontece algo. Ou a caixa vai fazer a bendita Sangria, ou está na hora da troca de caixas, ou a pessoa imediatamente na minha frente esqueceu de pegar algum produto ( que lógico está no corredor proporcionalmente mais longe de aonde está o caixa), ou a pessoa da frente resolve pagar um pão com uma nota de R$100,00 e a caixa tem que acender aquela luzinha para chamar o fiscal ( que lógico também está na outra ponta do mercado e demora anos para atender). Tem também aquela pessoa que sem querer esquece que não tem dinheiro suficiente, então a caixa tem que chamar o fiscal para cancelar a compra...agora o mais impressionante é que isso tudo sempre acontece NA MINHA VEZ! É sério, quando eu coloco minhas comprar no caixa já sei que algo vai acontecer ou com a pessoa na frente, ou quando chegar na minha vez.
Porque nunca acontece quando ainda estou atrás na fila? Porque não acontece na fila ao lado? Não sei...só sei que já me adaptei, e só vou ao mercado quando tenho tempo.
Agora o mais impressionante que já me aconteceu no mercado, e acho que só comigo isso aconteceu, foi dar PANE NO WINDOWS! SIM! A bendita tela azul no caixa! Tudo bem, isso acontece em casa, mas no caixa do supermercado???????
Estava lá, feliz e contente, passei minhas compras sem nada ter acontecido de errado, já achei estranho...mas tudo bem, achei que Murphy tivesse tirado uma folguinha. Nada disso.
Fui pagar com cartão de crédito, a caixa passou o cartão e quando a máquina ia começar a imprimir o comprovante o que aconteceu??TELA AZUL!!! Foi a primeira vez que vi uma caixa dando Boot!!! E desliga o computador, e dá Boot, e chama o fiscal e nada da porra do sistema voltar.
Depois de 20 minutos esperando ( já estava achando que iam ligar pra um técnico, ou para o Bill Gates), eu perguntei se a caixa tinha registrado o pagamento no cartão. O fiscal disse que sim, que ele só não imprimiu o comprovante para eu assinar e a minha via...Ahhhh...tudo bem..Pra que eu quero a minha via? Falei com o fiscal que já que já tinha sido debitado eu não sabia o que eu tava fazendo ali. Peguei minhas compras e fui embora....
Aliás ontem aconteceu uma coisa inédita comigo no mercado. Além claro de na minha vez a caixa fazer a Sangria, quando eu estava saindo fui atropelada por um carrinho fantasma! É isso mesmo! Eu fui andando e só vi o carrinho andando em minha direção! Tudo bem, depois disso tudo só me faltava ser atropelada por um carrinho independente no mercado...mas sobrevivi a mais essas compras...Até as próximas...
Murphy é meu irmão
domingo, 17 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Carros...
Depois de algum tempo sem postar, voltei com duas estórias em que participam eu, Murphy e carros.
Em uma delas estávamos eu e uma amiga, ela dirigindo. Tínhamos um compromisso em outro município, a mais ou menos uma hora de onde morávamos. Ela pegou o carro e reparou que a seta não estava funcionando...nada demais. Fomos a um mecânico e ele disse que era um probleminha elétrico, rapidamente consertaria. Não poderíamos correr o risco de sermos parados em uma blitz e tomar uma multa.
Seria muito simples se ela não estivesse comigo no carro....
Muito bem, o rapaz consertou a seta, testamos na hora e estava tudo ok.
Uns vinte minutos depois que saímos de lá ela foi ligar a seta, e do nada tocou a buzina! Sim, a SETA TOCAVA A BUZINA! Não tinha jeito, cada vez que ela tentava ligar a seta, a buzina tocava....
Eu sei que é estúpido, mas já estava tão contrariada e não entendendo como a seta "buzinava" que até sugeri..." toca a buzina e vê se liga a seta!"...
Não poderia ser um problema normal? Tipo, você querer dar a seta para a direita e ela dar para a esquerda, ou ligar o pisca alerta, ou então pifar de novo? Não, o problema comigo é que a seta teve complexo de buzina, se revoltou e resolveu se transformar por um dia...
Um outro fato interessante foi quando eu tinha acabado de sair da auto escola. Não tinha tirado carteira ainda, mas como tinha uma pessoa no grupo em que eu estava que não tinha condições de dirigir, me pediram para levar o carro dele...OK, era de madrugada, eu não tinha carteira, e tinha bebido...o que tinha demais nisso oras!
Liguei o carro, uma Fiat 147, dei a partida, passei a primeira e fui. Minha maior preocupação era ser parada pela polícia, mas isso seria muito óbvio pra Murphy.
Fiz um trajeto de mais ou menos 20 minutos, e estava achando estranho que sempre que eu passava a 4 marcha o carro diminuia a velocidade, mas tudo bem, trazia para a 3, o carro pegava embalo de novo, mas quando passava a 4 diminuia a velocidade. Como eu não entendia nada de carro mesmo, fui levando...
Num certo momento o carro com outros amigos que estavam atrás de mim passou sinalizando algo que eu não entendi, mas como faltavam poucos metros para eu chegar ao meu objetivo continuei...e descobri depois o porque dos sinais desesperados do carro ao lado...
Estacionei, e quando saí do carro, só vi fumaça! E fiz a incrível descoberta... que fui do CENTRO DA CIDADE ao LEME com o FREIO DE MÃO LEVANTADO! Resultado? A pessoa não ficou muito feliz como o que teve que pagar para trocar a lona de freio do carro dela...
Para completar a minha noite quando voltei pra casa quase encontro um incêndio. Tinha posto uns ovos para cozinhar, e esqueci eles no fogo...o novo prato que inventei, ovos cozidos fritos não ficou muito bom...
Ainda tem outras estórias automobilísticas em que eu estava presente, depois volto e conto!
Em uma delas estávamos eu e uma amiga, ela dirigindo. Tínhamos um compromisso em outro município, a mais ou menos uma hora de onde morávamos. Ela pegou o carro e reparou que a seta não estava funcionando...nada demais. Fomos a um mecânico e ele disse que era um probleminha elétrico, rapidamente consertaria. Não poderíamos correr o risco de sermos parados em uma blitz e tomar uma multa.
Seria muito simples se ela não estivesse comigo no carro....
Muito bem, o rapaz consertou a seta, testamos na hora e estava tudo ok.
Uns vinte minutos depois que saímos de lá ela foi ligar a seta, e do nada tocou a buzina! Sim, a SETA TOCAVA A BUZINA! Não tinha jeito, cada vez que ela tentava ligar a seta, a buzina tocava....
Eu sei que é estúpido, mas já estava tão contrariada e não entendendo como a seta "buzinava" que até sugeri..." toca a buzina e vê se liga a seta!"...
Não poderia ser um problema normal? Tipo, você querer dar a seta para a direita e ela dar para a esquerda, ou ligar o pisca alerta, ou então pifar de novo? Não, o problema comigo é que a seta teve complexo de buzina, se revoltou e resolveu se transformar por um dia...
Um outro fato interessante foi quando eu tinha acabado de sair da auto escola. Não tinha tirado carteira ainda, mas como tinha uma pessoa no grupo em que eu estava que não tinha condições de dirigir, me pediram para levar o carro dele...OK, era de madrugada, eu não tinha carteira, e tinha bebido...o que tinha demais nisso oras!
Liguei o carro, uma Fiat 147, dei a partida, passei a primeira e fui. Minha maior preocupação era ser parada pela polícia, mas isso seria muito óbvio pra Murphy.
Fiz um trajeto de mais ou menos 20 minutos, e estava achando estranho que sempre que eu passava a 4 marcha o carro diminuia a velocidade, mas tudo bem, trazia para a 3, o carro pegava embalo de novo, mas quando passava a 4 diminuia a velocidade. Como eu não entendia nada de carro mesmo, fui levando...
Num certo momento o carro com outros amigos que estavam atrás de mim passou sinalizando algo que eu não entendi, mas como faltavam poucos metros para eu chegar ao meu objetivo continuei...e descobri depois o porque dos sinais desesperados do carro ao lado...
Estacionei, e quando saí do carro, só vi fumaça! E fiz a incrível descoberta... que fui do CENTRO DA CIDADE ao LEME com o FREIO DE MÃO LEVANTADO! Resultado? A pessoa não ficou muito feliz como o que teve que pagar para trocar a lona de freio do carro dela...
Para completar a minha noite quando voltei pra casa quase encontro um incêndio. Tinha posto uns ovos para cozinhar, e esqueci eles no fogo...o novo prato que inventei, ovos cozidos fritos não ficou muito bom...
Ainda tem outras estórias automobilísticas em que eu estava presente, depois volto e conto!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
....
Depois de uma fracassada tentativa de prestar vestibular para Veterinária, resolvi tentar no ano seguinte, dessa vez para Filosofia...ok, eu sei que não tem nada a ver, mas descobri que escrever era mais a minha praia do que cuidar de animais.
Tudo ia correndo bem, a faculdade era legal, amigos, cerveja, e alguns breves momentos de estudo, até que engravidei.
Até aí nada demais, não larguei o curso. Mas um dia eu tinha uma prova as 7 da manhã, de filosofia I, só que estava no início de gravidez e estava enjoando demais. Não consegui ir até a faculdade para fazer a prova, achei que meu estômago ia sair pela minha boca, e não seria legal que isso acontecesse no meio da prova. Tudo bem,eu pensei, é só eu pedir a segunda chamada, explicar o que estava acontecendo e ficava tudo certo...claro que nada poderia ser tão simples assim...
Na aula seguinte a prova, fui falar com o professor, que chamarei aqui de "X". Expliquei a ele sobre a minha gravidez, sobre o enjoo, e perguntei sobre a segunda chamada. Ele me disse que não iria dar segunda chamada, que ele já havia dito que não daria segunda chamada...fiquei revoltada claro, afinal é direito de todo o aluno fazer uma segunda chamada, nem que tenha que pagar por isso!
Fui até a coordenação da faculdade reclamar sobre o professor e perguntar como eu poderia fazer para ter direito ao meu direito. Eles me disseram que eu tinha que procurar o chefe do departamento de filosofia para conversar com ele diretamente, até aí tudo bem, mas Murphy foi legal...Perguntei o nome do chefe do departamento, e a moça que me atendeu disse " é o professor X"....legal, o chefe do departamento para quem eu deveria fazer a reclamação ERA O PROFESSOR QUE NÃO QUIS ME DAR A PROVA! Desisti, fui reprovada na matéria, e saí da faculdade sem nunca ter conseguido fazer Filosofia I...
Mas a gravidez acabou, tudo correu bem, e minha filha nasceu ótima e saudável.
Passei por aqueles problemas que toda a mãe passa com recém nascidos, não dormi uma noite mais tranquila, tinha que amamentar de hora em hora de madrugada...mas tudo bem, isso era normal. A pediatra me disse que com 3 meses isso ia passar, que ela ia passar a dormir mais a noite, e esse intervalo ia aumentando. A pediatra não conhecia Murphy...Esperei 3, 4, 5, 6...12 meses!Nunca consegui dormir mais de duas horas por noite! Claro que a minha filha tinha que ser diferente, mas sobrevivi, e descobri que não adianta, depois que temos filhos, nunca mais teremos uma noite tranquila, mesmo quando eles crescem...
Inclusive, o pior é quando eles crescem e podem reclamar de você, e nesse caso ela reclamou e ficou sem falar comigo por uma semana com razão...Na verdade ela não sabia o quanto Murphy agia comigo, se não teria entendido que não foi culpa minha o que aconteceu...
Fui a um ensaio de balé com minha filha na escola dela. Durante o ensaio começou a chover muito, e alagou toda a escola, a água estava quase no joelho. Esperamos um pouco, mas resolvi sair de aonde estávamos para pelo menos tentar sair da escola.
Eu como uma boa mãe, coloquei minha filha nas costas, para ela não molhar o pé naquela água suja. O que eu não contava era de no meio do caminho virar o pé em um buraco minúsculo que só o meu pé encontrou! Claro que quando torci o pé caí na água, e além dela molhar os pés molhou o corpo quase todo...
Além de ela ter me xingado mentalmente até chegar em casa, eu ainda tive que esperar e ir ao hospital com as ruas alagadas, para melhorar não tinha ortopedista de plantão! Fizeram uma tala bem mal feita no meu tornozelo, e só no dia seguinte consegui achar um ortopedista e engessar o pé novamente....
Essa é a segunda estória sobre torcer o pé que conto por aqui, isso aliás é uma frequente na minha vida. Pelo menos uma vez por ano eu torço o pé. E tudo começou quando eu rompi os ligamentos do tornozelo de uma forma que só Murphy mesmo para fazer isso acontecer dessa forma...
Bem, eu praticava Judô, era faixa laranja, e na minha turma só tinham meninos.
Meu professor nos colocou para fazer um "treino livre", era para lutarmos, mas sem valer nada, sem contagem, só para praticar.
Ele me colocou para lutar com um menino faixa branca. Eu não estava criando muita resistência, nem estava "pegando pesado" com ele, afinal era só um treino. Deixava ele me derrubar, e aplicava nele alguns golpes básicos...eu deveria ter levado isso a sério.
Muito bem, eu já vi gente se machucar lutando. Ou porque cai da maneira errada, ou porque dá um passo em falso, aplica um golpe da maneira errada, resiste demais em um contra golpe e torce um joelho ou um pulso...Mas nunca vi ninguém se machucar da forma que EU me machuquei.
O menino que estava treinando comigo foi me aplicar um golpe básico, em que você se posiciona de costas para o adversário, estica a perna e faz seu adversário "tropeçar" sobre essa perna. Como eu disse não estava oferecendo resistência, quando ele se posicionou para o golpe eu soltei o corpo para deixar ele aplica-lo em mim, depois era só eu cair direito e tudo certo. Mas CLARO que não foi assim que aconteceu. Ele conseguiu PISAR NO ME PÉ quando foi aplicar o golpe, e me arremessou...o resultado foi...eu FUI e meu pé FICOU...ou seja, adeus ligamentos do tornozelo...
Até hoje ele não é mais o mesmo... Esse ano consegui não torcer o pé ainda, mas ainda faltam 2 mêses para o fim do ano.
Tudo ia correndo bem, a faculdade era legal, amigos, cerveja, e alguns breves momentos de estudo, até que engravidei.
Até aí nada demais, não larguei o curso. Mas um dia eu tinha uma prova as 7 da manhã, de filosofia I, só que estava no início de gravidez e estava enjoando demais. Não consegui ir até a faculdade para fazer a prova, achei que meu estômago ia sair pela minha boca, e não seria legal que isso acontecesse no meio da prova. Tudo bem,eu pensei, é só eu pedir a segunda chamada, explicar o que estava acontecendo e ficava tudo certo...claro que nada poderia ser tão simples assim...
Na aula seguinte a prova, fui falar com o professor, que chamarei aqui de "X". Expliquei a ele sobre a minha gravidez, sobre o enjoo, e perguntei sobre a segunda chamada. Ele me disse que não iria dar segunda chamada, que ele já havia dito que não daria segunda chamada...fiquei revoltada claro, afinal é direito de todo o aluno fazer uma segunda chamada, nem que tenha que pagar por isso!
Fui até a coordenação da faculdade reclamar sobre o professor e perguntar como eu poderia fazer para ter direito ao meu direito. Eles me disseram que eu tinha que procurar o chefe do departamento de filosofia para conversar com ele diretamente, até aí tudo bem, mas Murphy foi legal...Perguntei o nome do chefe do departamento, e a moça que me atendeu disse " é o professor X"....legal, o chefe do departamento para quem eu deveria fazer a reclamação ERA O PROFESSOR QUE NÃO QUIS ME DAR A PROVA! Desisti, fui reprovada na matéria, e saí da faculdade sem nunca ter conseguido fazer Filosofia I...
Mas a gravidez acabou, tudo correu bem, e minha filha nasceu ótima e saudável.
Passei por aqueles problemas que toda a mãe passa com recém nascidos, não dormi uma noite mais tranquila, tinha que amamentar de hora em hora de madrugada...mas tudo bem, isso era normal. A pediatra me disse que com 3 meses isso ia passar, que ela ia passar a dormir mais a noite, e esse intervalo ia aumentando. A pediatra não conhecia Murphy...Esperei 3, 4, 5, 6...12 meses!Nunca consegui dormir mais de duas horas por noite! Claro que a minha filha tinha que ser diferente, mas sobrevivi, e descobri que não adianta, depois que temos filhos, nunca mais teremos uma noite tranquila, mesmo quando eles crescem...
Inclusive, o pior é quando eles crescem e podem reclamar de você, e nesse caso ela reclamou e ficou sem falar comigo por uma semana com razão...Na verdade ela não sabia o quanto Murphy agia comigo, se não teria entendido que não foi culpa minha o que aconteceu...
Fui a um ensaio de balé com minha filha na escola dela. Durante o ensaio começou a chover muito, e alagou toda a escola, a água estava quase no joelho. Esperamos um pouco, mas resolvi sair de aonde estávamos para pelo menos tentar sair da escola.
Eu como uma boa mãe, coloquei minha filha nas costas, para ela não molhar o pé naquela água suja. O que eu não contava era de no meio do caminho virar o pé em um buraco minúsculo que só o meu pé encontrou! Claro que quando torci o pé caí na água, e além dela molhar os pés molhou o corpo quase todo...
Além de ela ter me xingado mentalmente até chegar em casa, eu ainda tive que esperar e ir ao hospital com as ruas alagadas, para melhorar não tinha ortopedista de plantão! Fizeram uma tala bem mal feita no meu tornozelo, e só no dia seguinte consegui achar um ortopedista e engessar o pé novamente....
Essa é a segunda estória sobre torcer o pé que conto por aqui, isso aliás é uma frequente na minha vida. Pelo menos uma vez por ano eu torço o pé. E tudo começou quando eu rompi os ligamentos do tornozelo de uma forma que só Murphy mesmo para fazer isso acontecer dessa forma...
Bem, eu praticava Judô, era faixa laranja, e na minha turma só tinham meninos.
Meu professor nos colocou para fazer um "treino livre", era para lutarmos, mas sem valer nada, sem contagem, só para praticar.
Ele me colocou para lutar com um menino faixa branca. Eu não estava criando muita resistência, nem estava "pegando pesado" com ele, afinal era só um treino. Deixava ele me derrubar, e aplicava nele alguns golpes básicos...eu deveria ter levado isso a sério.
Muito bem, eu já vi gente se machucar lutando. Ou porque cai da maneira errada, ou porque dá um passo em falso, aplica um golpe da maneira errada, resiste demais em um contra golpe e torce um joelho ou um pulso...Mas nunca vi ninguém se machucar da forma que EU me machuquei.
O menino que estava treinando comigo foi me aplicar um golpe básico, em que você se posiciona de costas para o adversário, estica a perna e faz seu adversário "tropeçar" sobre essa perna. Como eu disse não estava oferecendo resistência, quando ele se posicionou para o golpe eu soltei o corpo para deixar ele aplica-lo em mim, depois era só eu cair direito e tudo certo. Mas CLARO que não foi assim que aconteceu. Ele conseguiu PISAR NO ME PÉ quando foi aplicar o golpe, e me arremessou...o resultado foi...eu FUI e meu pé FICOU...ou seja, adeus ligamentos do tornozelo...
Até hoje ele não é mais o mesmo... Esse ano consegui não torcer o pé ainda, mas ainda faltam 2 mêses para o fim do ano.
sábado, 9 de outubro de 2010
Mais recordações
Estive esses dias pensando, tentando recordar coisas do passado, amigos, farras, brincadeiras, percorrendo mais um pouco minha infancia e juventude...
Eis que, no meio dessas recordações, na grande maioria delas Murphy estava lá comigo.
Lembrei novamente da minha infância, e de um fato que me deixou um dia inteiro chorando, coisa de criança, penso eu hoje, mas na época foi uma grande tristeza.
Existia uma sorveteria perto do local aonde eu morava, e eu sempre ia comprar casquinha lá. Mas o meu sonho sempre foi comprar a casquinha com 3 bolas! Era meu maior desejo! Mas meus avós não me dava dinheiro para tanto, diziam que não havia necessidade de tomar tanto sorvete de uma vez só, que eu não ia aguentar, etc...
Muito bem, deixei de lanchar uns dias na escola, juntei dinheiro e fui comprar. Fiquei encantada, coloquei uma bola de cada sabor, pra ficar colorido...Fui andando, apreciando aquela torre dos meus sonhos....Fui dar a primeira lambida, parecia câmera lenta, tipo filme, e aí....TODA MINHA VIDA NAQUELA HORA DESMORONOU!!! As 3 bolas caíram no chão como pedras!!!! Foi um dia inteiro chorando, e anos sem tomar sorvete na casquinha!!! Sempre achava que meu sorvete ia cair...mas tudo bem, hoje sou mais cuidadosa ao tomar esse tipo de sorvete.
Acho que deveriam dar um folheto as crianças com instruções de como tomar sorvete na casquinha, sem que seus sonhos de desmontem na sua frente...
Um outro caso, também com sorvete, que me recordei, e que me deixou meio traumatizada, foi no aniversário de uma amiga, em um clube. Festa grande, piscina, dança, várias guloseimas, as crianças estavam felizes, inclusive eu, até Murphy agir SÓ comigo, claro.
No final da festa, após o parabéns, além dos doces, distribuíram copos com sorvete. Peguei o meu toda animada e comecei a comer... Observei um ponto preto no meu sorvete branco, mas na minha cabeça de criança poderia ser um pedaço de chocolate. Muito bem, coloquei na boca com o sorvete e mastiguei...Mas para meu espanto, NUNCA que eu parava de mastigar aquilo. Até que resolvi colocar na colher, e aí sim, vi o que estava mastigando!!! A partir daquele dia, odeio moscas!!!!
Depois de cuspir e vomitar, perguntei aos meus coleguinhas se mais alguém tinha encontrado UMA MOSCA no seu sorvete, afinal se estava no meio, deveria estar no pote todo...MAS CLARO QUE NÃO! EU deu a sorte de pegar a ÚNICA parte do sorvete em que a bendita mosca tinha pousado e se misturado a massa...Depois do trauma da casquinha, foram mais alguns meses sem tomar sorvete...
Mas não foi a única vez que encontrei surpresas na minha comida, claro que não! E como Murphy achou pouco a mosca, resolveu pegar mais pesado anos depois. E por coincidência também no aniversário da mesma amiga.
Fomos a um restaurante muito bom, Italiano, todo a luz de velas, já tinha ido lá antes e a comida era maravilhosa, até aquela fatídica noite....
Pedi uma lasanha, vinha naqueles potes de barro, porção individual. Estava toda feliz comendo minha deliciosa massa, quando no meio da minha refeição percebo algo estranho no meio da massa....Olhei mais de perto sem acreditar no que estava vendo...sim, tinha UMA BARATA mergulhada na minha lasanha! E toda a cena se repetiu...eu no banheiro, vomitando, pagando mico na frente da família da minha amiga, fazendo um estardalhaço no restaurante...foi ótimo!!! O garçon me ofereceu outro prato, gratuitamente, que lógico não aceitei. Como eu poderia comer mais alguma coisa naquele lugar imaginando que quase digeri uma barata à bolognesa!!! Passei a observar mais minhas refeições em restaurantes...
Mas não é só na parte gastronômica que Murphy está comigo, ele sempre viaja comigo também.
Um amigo me chamou para ir a São Pedro, uma cidade no RJ que tem cachoeiras, mato, tudo que eu adoro. O tio dele tinha emprestado a casa para ele levar um grupo de amigos. Lógico que eu topei! Arrumei minhas coisas e fomos viajar.
Chegando a casa, entramos e eis que nos deparamos com um casal na casa! Tudo bem, descobrimos que o rapaz dividia o aluguel da casa com o tio do meu amigo e ele resolveu ir para a casa justamente no fim de semana que nós também fomos...Não seria um problema tão grande se a casa não tivesse apenas DOIS quartos, e tivéssemos ido em CINCO pessoas, e o quarto só tivesse UMA cama de casal...
Ok, arrumamos um jeito de dormir, Edredon no chão..todo mundo junto..Já estava me adaptando a isso, mas se não bastasse, o casal era um pouco escandaloso, e além de dormir desconfortavelmente ainda NÃO DAVA pra dormir com gritos e sussurros no quarto ao lado...Passei o fim de semana rezando para que acabasse logo...
Para completar a sessão viagem, fui também com um grupo de amigos para Visconde de Mauá, também no RJ, também cidade serrana. Dessa vez não ia dar problema, íamos acampar, não íamos ter surpresas...assim eu pensei.
Levei roupa de frio, pois mesmo no verão sabia que lá fazia muito frio.
Montamos nossas barracas, passamos um dia muito bom, resolvemos dormir...aí vi que esqueci a coisa mais importante, não tinha levado COLCHONETE! E para melhorar fez a noite MAIS FRIA do ano em MAUÁ! Me senti no Pólo Sul! Coloquei TODAS, LITERALMENTE TODAS, as roupas que eu tinha levado, me cobri como TODOS os lençóis que eu tinha levado, menos o edredon que eu coloquei no chão para tentar aquecer o chão que mais parecia um freezer embaixo de mim.
Sobrevivi a aquela noite, e no dia seguinte implorei ao dono do camping por um colchonete, daria todo o meu dinheiro por aquilo...ele de boa vontade me cedeu um de graça.
Mas claro que não poderia ser só isso que daria errado...
No último dia torci meu pé. Não seria nada demais, era o último dia, já íamos voltar...Não seria nada demais se eu não tivesse acabado de arrumar um emprego, se não fosse carnaval, e se o dono do local aonde eu trabalhava não tivesse achado que eu forjei o gesso e o atestado para não trabalhar nos dias posteriores...lógico PERDI O EMPREGO!
Bem, essas foram só mais algumas de minhas aventuras com meu irmão Murphy, em breve contarei mais algumas de nossas aventuras juntos.
Eis que, no meio dessas recordações, na grande maioria delas Murphy estava lá comigo.
Lembrei novamente da minha infância, e de um fato que me deixou um dia inteiro chorando, coisa de criança, penso eu hoje, mas na época foi uma grande tristeza.
Existia uma sorveteria perto do local aonde eu morava, e eu sempre ia comprar casquinha lá. Mas o meu sonho sempre foi comprar a casquinha com 3 bolas! Era meu maior desejo! Mas meus avós não me dava dinheiro para tanto, diziam que não havia necessidade de tomar tanto sorvete de uma vez só, que eu não ia aguentar, etc...
Muito bem, deixei de lanchar uns dias na escola, juntei dinheiro e fui comprar. Fiquei encantada, coloquei uma bola de cada sabor, pra ficar colorido...Fui andando, apreciando aquela torre dos meus sonhos....Fui dar a primeira lambida, parecia câmera lenta, tipo filme, e aí....TODA MINHA VIDA NAQUELA HORA DESMORONOU!!! As 3 bolas caíram no chão como pedras!!!! Foi um dia inteiro chorando, e anos sem tomar sorvete na casquinha!!! Sempre achava que meu sorvete ia cair...mas tudo bem, hoje sou mais cuidadosa ao tomar esse tipo de sorvete.
Acho que deveriam dar um folheto as crianças com instruções de como tomar sorvete na casquinha, sem que seus sonhos de desmontem na sua frente...
Um outro caso, também com sorvete, que me recordei, e que me deixou meio traumatizada, foi no aniversário de uma amiga, em um clube. Festa grande, piscina, dança, várias guloseimas, as crianças estavam felizes, inclusive eu, até Murphy agir SÓ comigo, claro.
No final da festa, após o parabéns, além dos doces, distribuíram copos com sorvete. Peguei o meu toda animada e comecei a comer... Observei um ponto preto no meu sorvete branco, mas na minha cabeça de criança poderia ser um pedaço de chocolate. Muito bem, coloquei na boca com o sorvete e mastiguei...Mas para meu espanto, NUNCA que eu parava de mastigar aquilo. Até que resolvi colocar na colher, e aí sim, vi o que estava mastigando!!! A partir daquele dia, odeio moscas!!!!
Depois de cuspir e vomitar, perguntei aos meus coleguinhas se mais alguém tinha encontrado UMA MOSCA no seu sorvete, afinal se estava no meio, deveria estar no pote todo...MAS CLARO QUE NÃO! EU deu a sorte de pegar a ÚNICA parte do sorvete em que a bendita mosca tinha pousado e se misturado a massa...Depois do trauma da casquinha, foram mais alguns meses sem tomar sorvete...
Mas não foi a única vez que encontrei surpresas na minha comida, claro que não! E como Murphy achou pouco a mosca, resolveu pegar mais pesado anos depois. E por coincidência também no aniversário da mesma amiga.
Fomos a um restaurante muito bom, Italiano, todo a luz de velas, já tinha ido lá antes e a comida era maravilhosa, até aquela fatídica noite....
Pedi uma lasanha, vinha naqueles potes de barro, porção individual. Estava toda feliz comendo minha deliciosa massa, quando no meio da minha refeição percebo algo estranho no meio da massa....Olhei mais de perto sem acreditar no que estava vendo...sim, tinha UMA BARATA mergulhada na minha lasanha! E toda a cena se repetiu...eu no banheiro, vomitando, pagando mico na frente da família da minha amiga, fazendo um estardalhaço no restaurante...foi ótimo!!! O garçon me ofereceu outro prato, gratuitamente, que lógico não aceitei. Como eu poderia comer mais alguma coisa naquele lugar imaginando que quase digeri uma barata à bolognesa!!! Passei a observar mais minhas refeições em restaurantes...
Mas não é só na parte gastronômica que Murphy está comigo, ele sempre viaja comigo também.
Um amigo me chamou para ir a São Pedro, uma cidade no RJ que tem cachoeiras, mato, tudo que eu adoro. O tio dele tinha emprestado a casa para ele levar um grupo de amigos. Lógico que eu topei! Arrumei minhas coisas e fomos viajar.
Chegando a casa, entramos e eis que nos deparamos com um casal na casa! Tudo bem, descobrimos que o rapaz dividia o aluguel da casa com o tio do meu amigo e ele resolveu ir para a casa justamente no fim de semana que nós também fomos...Não seria um problema tão grande se a casa não tivesse apenas DOIS quartos, e tivéssemos ido em CINCO pessoas, e o quarto só tivesse UMA cama de casal...
Ok, arrumamos um jeito de dormir, Edredon no chão..todo mundo junto..Já estava me adaptando a isso, mas se não bastasse, o casal era um pouco escandaloso, e além de dormir desconfortavelmente ainda NÃO DAVA pra dormir com gritos e sussurros no quarto ao lado...Passei o fim de semana rezando para que acabasse logo...
Para completar a sessão viagem, fui também com um grupo de amigos para Visconde de Mauá, também no RJ, também cidade serrana. Dessa vez não ia dar problema, íamos acampar, não íamos ter surpresas...assim eu pensei.
Levei roupa de frio, pois mesmo no verão sabia que lá fazia muito frio.
Montamos nossas barracas, passamos um dia muito bom, resolvemos dormir...aí vi que esqueci a coisa mais importante, não tinha levado COLCHONETE! E para melhorar fez a noite MAIS FRIA do ano em MAUÁ! Me senti no Pólo Sul! Coloquei TODAS, LITERALMENTE TODAS, as roupas que eu tinha levado, me cobri como TODOS os lençóis que eu tinha levado, menos o edredon que eu coloquei no chão para tentar aquecer o chão que mais parecia um freezer embaixo de mim.
Sobrevivi a aquela noite, e no dia seguinte implorei ao dono do camping por um colchonete, daria todo o meu dinheiro por aquilo...ele de boa vontade me cedeu um de graça.
Mas claro que não poderia ser só isso que daria errado...
No último dia torci meu pé. Não seria nada demais, era o último dia, já íamos voltar...Não seria nada demais se eu não tivesse acabado de arrumar um emprego, se não fosse carnaval, e se o dono do local aonde eu trabalhava não tivesse achado que eu forjei o gesso e o atestado para não trabalhar nos dias posteriores...lógico PERDI O EMPREGO!
Bem, essas foram só mais algumas de minhas aventuras com meu irmão Murphy, em breve contarei mais algumas de nossas aventuras juntos.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Murphy na infância e adolescencia....
Desde pequena me intrigavam pequenas coisas que eu percebia que davam errado comigo, mas naquela época ainda não conhecia o motivo. Porque eu estudava e caia sempre a única matéria que eu não tinha lido na prova, porque andando de bicicleta em uma rua larga eu tinha sempre que passar no buraco e cair da bicicleta, porque que sempre na minha hora de comprar o lanche na escola o sinal batia e acabava o recreio, entre outras coisas piores que aconteciam constantemente....
Quando cheguei na adolescencia e conheci Murphy tudo se esclareceu na minha cabeça e passei a reparar que tinha mais um irmão, esse adotivo, ao meu lado.
Ele continuou me acompanhando na adolescencia. Contarei aqui alguns casos que representam muito bem como ele agiu durante essa fase tão pouco complicada.
Fiz uma viagem aos EUA com 17 anos. Tudo corria bem, estava me divertindo, mas sabia que ELE tinha me acompanhado, e resolveu agir na véspera de eu voltar para casa.
Fomos a um bar, minha tia, um amigo americano dela, e eu. Tudo seria normal se eu não tivesse 17 anos e nessa idade fosse proibido beber por lá. Mas nem só no Brasil se dá um jeitinho nas coisas.
Depois de beber MUITO estávamos voltando para casa, com esse amigo que é americano dirigindo. Ele como cumpre as leis de seu país não tinha bebido, mas eis que surge MURPHY!!!! A polícia resolveu parar o nosso carro, e questionou meu "estado alcolizado naquela idade". Nisso, nosso amigo já estava pálido. Como ele explicaria que tinha saído com uma menor e ela tinha bebido??? Foi quando não satisfeito de ter feito dar errado, Murphy resolveu aplicar a variação de sua lei, " vai dar errado DA PIOR FORMA!". Pois bem, a policial pediu para eu abrir a porta, quando eu abri VOMITEI no PÉ da policial! Não satisfeito com o estrago, Murphy ainda coloca palavras na boca da minha tia que disse " Ela está grávida", para tentar justificar meu ato nojento aos pés da policial. Claro que tudo ficou muito pior!!!!Agora o coitado americano estava com uma adolescente bêbada e GRÁVIDA!
Bom, eu realmente não sei como ele conseguiu desenrolar a situação, mas não fomos presos e ele veio sem dizer uma palavra o resto do caminho. E lógico que foi muito emocionante enfrentar 8 horas de avião de ressaca algumas horas depois...
Uma outra situação que comprova que ele é meu irmão aconteceu um pouco antes....Estava com 16 anos, amava Rock( aliás ainda amo), e estava acontecendo o Hollywood Rock aqui no RJ. Namorava um garoto que era fã de uma banda chamada Nirvana, que eu não gostava muito, e eu estava louca para ir ao Show de Robert Plant e Jimmy Page, ex integrantes do Led Zeppelin. Seria uma chance ÚNICA!!!
Combinamos então que eu iria ao show do Nirvana com ele, e em troca ele iria ao que eu queria. Muito bem, compramos os ingressos.
Como ELE é perfeito no planejamento de sua obra, LÓGICO que o show do meu namorado veio primeiro, fomos, ele ficou super feliz e fomos embora comigo na expectativa que ia chegar a minha vez.
Chegou o grande dia!!! Finalmente ia ouvir ao vivo o som de uma das minhas bandas favoritas!!! ( se não fosse MURPHY, claro). Chegamos a entrada da apoteose, eu já nervosa, suando frio....foi quando um rapaz que estava atras de nós na fila cutucou meu namorado e perguntou " Aí, essa identidade é sua?", quando ele olhou viu que era a identidade dele mesmo, virei uma pedra de gelo nesse momento....Perguntei com calma, quase sem respirar a ele " Aonde estava sua identidade?", ele me respondeu " No bolso de tras da bermuda", e ele com a voz quase sumindo continuou, " junto com os ingressos". Quase desmaiando achei que aquele dia eu fosse parar na cadeia!!!! Raciocinei, lembrei que era menor de idade, pensei comigo mesmo, " serão no máximo 3 anos internada em uma Funaben da vida por assassinato!!!!". Mas graças a um grande auto controle e a não querer que MURPHY me transformasse em uma assassina, desisti de matar meu namorado. Fui para casa, pensando o que leva um ser humano estúpido a ir a um show de rock com uma bermuda larga e colocar os ingressos no bolso de trás que nem tinha ziper!!!!! Claro que no show dele ele deve ter guardado os ingressos na cueca! Mas tudo bem, depois de muita análise descobri porque nosso relacionamento não durou mais muito tempo....
Outra situação interessante comprova a frase que " se você tem duas opções, com certeza vai escolher a pior delas"....
Eu e um grupo de amigos resolvemos sair do Leme e ir a praia em Grumari, aqui no RJ. Para quem mora por aqui, sabe que fica um pouco longe, e por isso é uma praia tranquila durante a semana, com o mar calmo e água limpa.
Muito bem, nos arrumamos e fomos no carro de uma amiga que dirigia. No meio do caminho começamos a debater por onde chegaríamos mais rápido, pois já era tarde. Chegamos a conclusão que era melhor ir por "dentro" e não pela orla. Lógico que essa era a PIOR escolha!!!
Depois de 3 horas rodando de carro, quando já eram 18 horas, ( em um trajeto que normalmente demoraria no máximo 1 hora) resolvemos parar em um bar para perguntar aonde estávamos...foi quando reparamos no letreiro do bar "GAROTA DO PONTAL"...foi um misto de decepção, cansaço e emoção, pois tínhamos conseguido concretizar a música de Tim Maia e literalmente ido do LEME ao PONTAL!
Dessa vez Murphy ainda foi bonzinho, porque se não tivessemos parado lá, teríamos chegado ao bairro de Santa Cruz, e pelo menos tinha uma cerveja gelada.
Esses são só alguns exemplos de várias coisas interessantes e que me recordo que passei nesse período, em que MURPHY já estava presente...mas continuarei nos próximos posts a descrever como ele andou e ainda anda comigo, como todo o bom irmão...
Quando cheguei na adolescencia e conheci Murphy tudo se esclareceu na minha cabeça e passei a reparar que tinha mais um irmão, esse adotivo, ao meu lado.
Ele continuou me acompanhando na adolescencia. Contarei aqui alguns casos que representam muito bem como ele agiu durante essa fase tão pouco complicada.
Fiz uma viagem aos EUA com 17 anos. Tudo corria bem, estava me divertindo, mas sabia que ELE tinha me acompanhado, e resolveu agir na véspera de eu voltar para casa.
Fomos a um bar, minha tia, um amigo americano dela, e eu. Tudo seria normal se eu não tivesse 17 anos e nessa idade fosse proibido beber por lá. Mas nem só no Brasil se dá um jeitinho nas coisas.
Depois de beber MUITO estávamos voltando para casa, com esse amigo que é americano dirigindo. Ele como cumpre as leis de seu país não tinha bebido, mas eis que surge MURPHY!!!! A polícia resolveu parar o nosso carro, e questionou meu "estado alcolizado naquela idade". Nisso, nosso amigo já estava pálido. Como ele explicaria que tinha saído com uma menor e ela tinha bebido??? Foi quando não satisfeito de ter feito dar errado, Murphy resolveu aplicar a variação de sua lei, " vai dar errado DA PIOR FORMA!". Pois bem, a policial pediu para eu abrir a porta, quando eu abri VOMITEI no PÉ da policial! Não satisfeito com o estrago, Murphy ainda coloca palavras na boca da minha tia que disse " Ela está grávida", para tentar justificar meu ato nojento aos pés da policial. Claro que tudo ficou muito pior!!!!Agora o coitado americano estava com uma adolescente bêbada e GRÁVIDA!
Bom, eu realmente não sei como ele conseguiu desenrolar a situação, mas não fomos presos e ele veio sem dizer uma palavra o resto do caminho. E lógico que foi muito emocionante enfrentar 8 horas de avião de ressaca algumas horas depois...
Uma outra situação que comprova que ele é meu irmão aconteceu um pouco antes....Estava com 16 anos, amava Rock( aliás ainda amo), e estava acontecendo o Hollywood Rock aqui no RJ. Namorava um garoto que era fã de uma banda chamada Nirvana, que eu não gostava muito, e eu estava louca para ir ao Show de Robert Plant e Jimmy Page, ex integrantes do Led Zeppelin. Seria uma chance ÚNICA!!!
Combinamos então que eu iria ao show do Nirvana com ele, e em troca ele iria ao que eu queria. Muito bem, compramos os ingressos.
Como ELE é perfeito no planejamento de sua obra, LÓGICO que o show do meu namorado veio primeiro, fomos, ele ficou super feliz e fomos embora comigo na expectativa que ia chegar a minha vez.
Chegou o grande dia!!! Finalmente ia ouvir ao vivo o som de uma das minhas bandas favoritas!!! ( se não fosse MURPHY, claro). Chegamos a entrada da apoteose, eu já nervosa, suando frio....foi quando um rapaz que estava atras de nós na fila cutucou meu namorado e perguntou " Aí, essa identidade é sua?", quando ele olhou viu que era a identidade dele mesmo, virei uma pedra de gelo nesse momento....Perguntei com calma, quase sem respirar a ele " Aonde estava sua identidade?", ele me respondeu " No bolso de tras da bermuda", e ele com a voz quase sumindo continuou, " junto com os ingressos". Quase desmaiando achei que aquele dia eu fosse parar na cadeia!!!! Raciocinei, lembrei que era menor de idade, pensei comigo mesmo, " serão no máximo 3 anos internada em uma Funaben da vida por assassinato!!!!". Mas graças a um grande auto controle e a não querer que MURPHY me transformasse em uma assassina, desisti de matar meu namorado. Fui para casa, pensando o que leva um ser humano estúpido a ir a um show de rock com uma bermuda larga e colocar os ingressos no bolso de trás que nem tinha ziper!!!!! Claro que no show dele ele deve ter guardado os ingressos na cueca! Mas tudo bem, depois de muita análise descobri porque nosso relacionamento não durou mais muito tempo....
Outra situação interessante comprova a frase que " se você tem duas opções, com certeza vai escolher a pior delas"....
Eu e um grupo de amigos resolvemos sair do Leme e ir a praia em Grumari, aqui no RJ. Para quem mora por aqui, sabe que fica um pouco longe, e por isso é uma praia tranquila durante a semana, com o mar calmo e água limpa.
Muito bem, nos arrumamos e fomos no carro de uma amiga que dirigia. No meio do caminho começamos a debater por onde chegaríamos mais rápido, pois já era tarde. Chegamos a conclusão que era melhor ir por "dentro" e não pela orla. Lógico que essa era a PIOR escolha!!!
Depois de 3 horas rodando de carro, quando já eram 18 horas, ( em um trajeto que normalmente demoraria no máximo 1 hora) resolvemos parar em um bar para perguntar aonde estávamos...foi quando reparamos no letreiro do bar "GAROTA DO PONTAL"...foi um misto de decepção, cansaço e emoção, pois tínhamos conseguido concretizar a música de Tim Maia e literalmente ido do LEME ao PONTAL!
Dessa vez Murphy ainda foi bonzinho, porque se não tivessemos parado lá, teríamos chegado ao bairro de Santa Cruz, e pelo menos tinha uma cerveja gelada.
Esses são só alguns exemplos de várias coisas interessantes e que me recordo que passei nesse período, em que MURPHY já estava presente...mas continuarei nos próximos posts a descrever como ele andou e ainda anda comigo, como todo o bom irmão...
Breve Introdução
Muito bem, acho que todos conhecem a corretíssima e sem dúvida existente Lei de Murphy. Mas para quem ainda tem alguma dúvida explicarei como surgiu, e como essa lei se aplica a nosso cotidiano, tanto quanto a lei da gravidade.
Murphy foi um engenheiro da força aérea americana, ele foi chamado para resolver um problema em um teste da NASA. Quando viu que havia erros disse a frase que mudou a história da humanidade " SE ALGO TEM QUE DAR ERRADO, DARÁ", ou segundo outras fontes "SE HA DUAS FORMAS DE FAZER ALGUMA COISA E UMA DELAS RESULTAR EM UM DESASTRE, É ASSIM QUE ELA VAI FAZER". Resumidamente, se você tem duas opções para fazer algo, com certeza vai escolher a pior delas.
Existe também um aprimoramento da Lei, que aliás eu gosto muito, que diz " SE ALGUMA COISA PODE DAR ERRADO, DARÁ. E SE DARÁ DA FORMA QUE CAUSE O PIOR DANO POSSÍVEL". Realmente depois de algumas experiencias pessoais descobri que não só as coisas dão erradas, como dão da pior forma que se pode imaginar!
Essa breve introdução é para explicar o titulo do Blog. Muita gente deve ter ouvido a frase, "Murphy é meu amigo", mas meus amigos, no meu caso ele é meu IRMÃO! E quase gêmeo siamês, anda ao meu lado sempre! Estou aqui para compartilhar minhas vivências pessoais que comprovam a existência da Lei, e também para compartilhar que existem formas de se "enganar" Murphy, que por vezes funciona, mas exige uma alta técnica e concentração.
Como ele é meu irmão é possível que ninguém leia esse blog e eu compartilhe comigo mesmo! Mas ok, vamos continuar...
Murphy foi um engenheiro da força aérea americana, ele foi chamado para resolver um problema em um teste da NASA. Quando viu que havia erros disse a frase que mudou a história da humanidade " SE ALGO TEM QUE DAR ERRADO, DARÁ", ou segundo outras fontes "SE HA DUAS FORMAS DE FAZER ALGUMA COISA E UMA DELAS RESULTAR EM UM DESASTRE, É ASSIM QUE ELA VAI FAZER". Resumidamente, se você tem duas opções para fazer algo, com certeza vai escolher a pior delas.
Existe também um aprimoramento da Lei, que aliás eu gosto muito, que diz " SE ALGUMA COISA PODE DAR ERRADO, DARÁ. E SE DARÁ DA FORMA QUE CAUSE O PIOR DANO POSSÍVEL". Realmente depois de algumas experiencias pessoais descobri que não só as coisas dão erradas, como dão da pior forma que se pode imaginar!
Essa breve introdução é para explicar o titulo do Blog. Muita gente deve ter ouvido a frase, "Murphy é meu amigo", mas meus amigos, no meu caso ele é meu IRMÃO! E quase gêmeo siamês, anda ao meu lado sempre! Estou aqui para compartilhar minhas vivências pessoais que comprovam a existência da Lei, e também para compartilhar que existem formas de se "enganar" Murphy, que por vezes funciona, mas exige uma alta técnica e concentração.
Como ele é meu irmão é possível que ninguém leia esse blog e eu compartilhe comigo mesmo! Mas ok, vamos continuar...
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